A abertura do Ghost In The Shell, versão Scarlett Johansson.

Ghost In The Shell - Shelling

Fãs de Ghost In The Shell, rejubilem: aparentemente Kenji Kawai está de volta com uma nova composição para este filme. Uma nova versão da música introdutória aparece neste excerto que mostra o processo de criação e shelling no novo filme. Em suma, temos um remake da icónica sequência de abertura, com algumas diferenças para além da música. Breve explicação para quem não conhece: no universo Ghost In The Shell, o processing the shelling é o processo em que o ghost (a “alma” no cérebro) é inserida na shell (carapaça), neste caso um corpo cibernético.
Esta sequência foi vista e filmada (muito provavelmente via telemóvel) num evento exclusivo no Japão, e foi publicada entretanto pela IGN.

Há algumas diferenças entre a versão original e esta nova versão. Este remake parece ser de uma cena que já acontece filme dentro, ao contrário da versão original que faz parte da cena de abertura, por isso faltam aqueles maravilhosos pedaços com os números a verde. Esta versão parece também um bocado mais teatral: a forma como a película desaparece da pele da Major; o facto desta abrir os olhos mal acaba o processo faz prever que esta demonstração do processo de criação terá um tom mais ritualesco, ao contrário da versão original que é despojada de qualquer tipo de cerimónias. Para não falar também da duração: esta nova versão parece ter apenas 3 minutos, face aos 8 da versão original. Mas ainda é cedo para confirmar isto, pois este vídeo da IGN pode estar apenas editado.

Tudo é melhor do que a horrenda versão 2.0. Segurem-se às cadeiras, preparem o saco de vómito e vejam bem a asneirada que se fez quando nem os japoneses conseguiam segurar as rédeas do CGI. Tudo está mal, desde a alteração de cor, os gráficos e os sons que interrompem constantemente a música. Ugh!

Se gostariam de ver o evento de apresentação do filme em Tokyo, com direito a Kenji Kawai na abertura a liderar a orquestra com o seu belo corte de cabelo e entrevistas tipo talk show a Scarlett Johansson, Takeshi Tikano (Daisuke Aramaki) e Rupert Sanders. Curioso que Takeshi não fala inglês durante a entrevista – aparentemente Takeshi tinha tantas dificuldades com o inglês que Rupert Sanders permitiu que o actor falasse em japonês durante o filme. Ou pelo menos foi isto que percebi.

 

 

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